sábado, 21 de janeiro de 2017

Crescimento das "aplicações" num balanço patrimonial


Amigos(as) contabilistas:

Quantas vezes você, ao estudar os números de um balanço patrimonial, notadamente no crescimento ou redução do Ativo Total perguntou-se: ora, se meu Ativo Total cresceu ou reduziu x%, qual foi a contribuição do meu Passivo/Patrimônio Líquido? Quanto cada conta contábil contribuiu para o Ativo Total?

O presente trabalho vem responder essa pergunta, importante e valiosa. 

Dessa forma, criei um livro digital (que o forneço gratuitamente, basta solicitar através de e-mail) que explica passo-a-passo como calcular e o que significa cada número do cálculo.

Vamos lá! Amplie e melhore seus conhecimentos sobre "Análise das Demonstrações Contábeis". As análises Horizontais, Verticais, Du Pont, Roe, Roa, Roi, Ebitda, Índices de Liquidez, NIG, Rentabilidade, Giro do Ativo, etc. agora tem também esse método que é interessantíssimo para o aprofundamento do conhecimento da real situação patrimonial de uma corporação.

Prof. Inácio Dantas

UNG - Universidade Guarulhos
UNIESP - Faculdade Tijucussu
São Paulo


domingo, 15 de janeiro de 2017

Líder, seja pelo debate, não pelo embate.


Líder, seja pelo debate, não pelo embate.

Ao dialogar com os seus liderados, não radicalize o debate, faça-o democraticamente, afinal o diálogo é o exercício da mente civilizada. Fale, ouça, pondere. Seja receptivo quando as ideias sugeridas tiverem conteúdo; refute-as educadamente quando inócuas.
Sempre que dialogar, cuidado com o que diz e como diz, principalmente ao sexo oposto e pessoas com discernimento restrito. Seja num papo formal ou informal, se você se expressar mal ou se for mal compreendido, repercussões negativas podem advir e macular sua liderança. Insolências, frases capciosas, brutalidade, piadas fora de hora devem ser evitadas. Em momentos tensos, palavras duras podem suscitar acirramentos. “Pegue leve”, use termos que desarmem os espíritos. Já em momentos descontraídos, fale “leve e solto”. E se você contar piadas, tenha em mente que nem sempre quando eles riem é porque teve graça: muitas vezes é somente para agradá-lo...
Não seja prolixo, nem fale pelos “cotovelos”. Quando alguém fala sem parar sobre todos os assuntos acaba por dizer pouco do que sabe e muito do que desconhece. E também não entre mudo e saia calado... Meça o que disser pelo tamanho do assunto. Você tanto é avaliado pelo que diz quanto pelo seu silêncio. Seja prático, claro, direto, objetivo. Vá ao cerne da questão sem rodeios ou digressões. Não queira mostrar-se um filósofo, às vezes de causas banais. Quantos bons líderes veem-se com problemas por não concatenar pensamento e fala, verbalizando o secundário e se esquecendo do principal.
Liderar pessoas é liderar mentes, almas e corações. Suas ações, seu comando, suas ordens, tudo é milimetricamente filtrado pelos funcionários. E você pensa que entre eles não comentam sua postura? Não tenha dúvidas que sim. Ou elogiam ou criticam. É prudente, pois, vez por outra, captar a opinião do grupo com relação à sua performance como líder. Ouça, avalie e corrija-se no que não estiver em bom-tom.
Debater assuntos que são afetos à equipe é função do líder; quando urgentes, não devem ser procrastinados um segundo sob pena de prejuízos imprevisíveis. Domar os nervos, ter paz interior, serenidade no semblante e olhar diretamente para o grupo, é receita aconselhável para que o debate não se transforme em embate. E, se houver contestações, não se esqueça que a tolerância é um recurso a ser aplicado.
Busque, sempre, deixar a porta do diálogo franqueada para os seus funcionários, porque ao fazê-lo você estará melhorando para eles e, ao mesmo tempo, melhorando para si mesmo.

Inácio Dantas

(do livro “Liderança e Gestão Descomplicada” www.amazon.com.br) 

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Depreciação que é custo integrante de outro Ativo



Depreciação, Amortização e Exaustão



Depreciação que é custo integrante de outro Ativo

Exemplo de depreciação que é custo que se integra a outro Ativo (item CPC 27 Item (48)):
A empresa Metalúrgica LM S/A. está construindo uma máquina para uso próprio. Para construir essa máquina ela utiliza outras máquinas, equipamentos e ferramental próprio.
Seus gastos (custos) financeiros com o desenvolvimento da máquina totalizaram R$ 50.000,00 e as depreciações das máquinas, equipamentos e ferramentas utilizadas totalizou no período R$ 5.000,00. Assim, as depreciações integrarão o custo do ativo “máquina”:
Construção da máquina modelo XY – Período: 02/01/X1 a 30/12/X1:
a.Gastos com o desenvolvimento do Ativo
50.000
b.Depreciações
5.000
c.Valor Contábil da máquina/Valor  Depreciável
55.000
Lançamentos contábeis:
1-Construção máquina modelo XY – Gastos  desenvolvimento 30/12/X1

D  Construção de Ativos Próprios em Andamento
50.000


C  Caixa

50.000


2-Construção máquina modelo XY – Depreciações de Ativos 30/12/X1

D  Construção de Ativos Próprios em Andamento
5.000


C  (-)Depreciação Acumulada

5.000


A máquina modelo XY está pronta e vai entrar em uso. Data: 31/12/X1

3-Ativação da máquina modelo XY - 31/12/X1



D  Máquinas e Equipamentos
55.000


C  Construção de Ativos Próprios em Andamento

55.000


Extraído do livro:

Depreciação, Amortização e Exaustão do Ativo Imobilizado/Intangível.


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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Depósito compulsório. Efeito multiplicador da moeda

Efeito "multiplicador da moeda"
Depósito Compulsório - Contabilidade bancária
Ex. Consideremos, num exemplo hipotético, que não exista a “Recolhimento Compulsório”.
José Recebeu R$ 100,00, ficou com R$ 20,00 no bolso e depositou R$ 80,00 no Banco, conta “Depósitos à Vista". Percurso dos R$ 80,00 depositados:   Tabela 1
Como nesse exemplo não há o “Depósito Compulsório”, o Banco pôde emprestar quanto quis dos seus depósitos. Assim, o dinheiro fez um “efeito multiplicador”, totalizando no exemplo R$ 165,00, ou seja, 65% a mais que o dinheiro original.
Por outro lado, aplicando-se o “Recolhimento Compulsório”, de 45% sobre os R$ 80,00 originais de José, só poderiam ficar para empréstimo pelo banco R$ 36,00. Ou seja, o “efeito multiplicador” da moeda (escritural) teria um impacto muito menor.

Tabela 2 - Modalidades de Compulsórios (Resumo prático):

Compulsório:
Alíquota
Recursos à Vista
   45%
Recursos a Prazo
   20%
Depósito de Poupança
   20%

        O "depósito compulsório" (ou recolhimento compulsório), praticado pelos bancos sobre os depósitos dos correntistas, é uma forma de "enxugar" os meios de pagamento para controlar a inflação, ou mesmo para "expandir" quando em momentos de baixa demanda e produtividade. Essa prática faz parte da "Política Monetária" do governo federal.

             Prof. Inácio Dantas

             Fonte: "Contabilidade Bancária e de Instituições Financeiras"

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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Lançamentos contábeis, razonetes e Balancete de Verificação


Lançamentos da 1ª. Fórmula: Um débito para um crédito.

Data dos Eventos: 01/12/20X4

1-Constituição da empresa Atacadista JJ Ltda.  Valor do Capital Social, integralizado em dinheiro: R$ 100.000,00.

2-Compra de Mercadorias a prazo: Valor R$ 60.000,00

3-Compra de Móveis e Utensílios. Pagamento à vista em dinheiro: R$ 5.000,00

4-Compra de Instalações (prateleiras). Pagamento à vista em dinheiro: R$ 2.000,00

5-Abertura de conta-corrente bancária no Banco Itaú. Feito depósito de R$ 50.000,00 

6-Compra de Máquinas e Equipamentos, pago em cheque. R$ 8.000,00

7-Compra de uma caminhonete, pago em cheque R$ 12.000,00

8-Feito vendas à vista, recebido em dinheiro: R$ 20.000,00

9-Feito vendas a prazo. R$ 10.000,00

10-Pago IPVA da caminhoneta, em cheque: 4% do valor do veículo.

Pede-se:

a)Lançamentos Contábeis com (códigos do Plano de Contas);

b)Razonetes (Modelo “T”), com apuração de Saldos;

c)Balancete de Verificação.

Solução do Exemplo:

a)Lançamentos Contábeis (com códigos do Plano de Contas)
1-Constituição do Capital de Atacadista JJ Ltda. – 01/12/X4
D  1.1.1.001.01 Caixa


100.000,00

C  2.4.1.001.01 Capital Social


100.000,00
2-Compra de Mercadorias a Prazo NF 0000-Fornecedor M – 01/12/X4
D  1.1.3.001.01 Mercadorias

60.000,00

C  2.1.1.001.06 Fornecedores


60.000,00
3-Compra de M.Utensílios NF 0000-Fornecedor C – 01/12/X4

D  1.3.2.001.03 Móveis e Utensílios
5.000,00

C  1.1.1.001.01 Caixa



5.000,00
4-Compras de Instalações NF 0000-Fornecedor F – 01/12/X4
D  1.3.2.001.04 Instalações

2.000,00

C  1.1.1.001.01 Caixa



2.000,00
5-Abertura Conta Bancária Banco Itaú S.A - C/Movimento – 01/12/X4
D  1.1.1.001.02 Banco Itaú c/Movimento
50.000,00

C  1.1.1.001.01 Caixa



50.000,00
6-Compra de Máq. Equipamentos - NF 0000-Fornecedor L – 01/12/X4
D  1.3.2.001.05 Máquinas e Equipamentos
8.000,00

C  1.1.1.001.02 Banco Itaú c/Movimento

8.000,00
7-Compra Veículo - NF 0000-Fornecedor V – 01/12/X4
D  1.3.2.001.07 Veículos

12.000,00

C  1.1.1.001.02 Banco Itaú c/Movimento

12.000,00
8-Vendas - NF 0001 para Cliente G – 01/12/X4

D  1.1.1.001.01 Caixa


20.000,00

C  3.1.1.001.01 Vendas


20.000,00
9-Vendas - NF 0002 para Cliente R – 01/12/X4

D  1.1.2.001.01 Clientes 

10.000,00

C  3.1.1.001.01 Vendas


10.000,00
10-Pago IPVA - Caminhonete placas XXX-0000 – 01/12/X4

D  3.2.2.001.23 I.P.V.A

480,00

C  1.1.1.001.02 Banco Itaú c/Movimento

480,00





             Prof. Inácio Dantas

             do livro "Contabilidade Introdução e Intermediária"

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