sábado, 7 de abril de 2012

Líder: Ensinando a resolver problemas




     Dentre as atribuições do líder, destacam-se ensinar, treinar e preparar sua equipe para decidir, com correção e senso produtivo, os problemas atinentes às suas áreas. Capacitar a equipe plenamente nas suas atividades é ter como retorno bons índices de produção, aliados a um ritmo normal e tranquilo dos trabalhos. Com boas instruções cria-se uma equipe afinada e evita-se que ao surgir um problema banal o funcionário dirija-se ao líder para questionar a solução. Ele, o funcionário, resolve de pronto, com assertiva. Por isso, é importantíssimo que cada qual, em suas funções, tenha preparo, conhecimento e discernimento para, ao surgir o problema, tomar a decisão sem perda de tempo.
     Todo líder é responsável pelo patrimônio material, e mais ainda pelo elemento humano. Por consequência, deve estar atento para:

*     Ter conhecimento pleno das máquinas, ferramentas e equipamentos de trabalho, bem como da utilização dos insumos e qualidade final dos produtos.

*        Evitar dar ao profissional sem técnica ou qualificação serviços que requeiram técnica e qualidade.

*   Orientar o aprendiz, ou profissional desqualificado, as etapas de um trabalho, afim de que ele faça correto, benfeito e aprimore-se. Simultaneamente, acompanhar a execução para certificar-se se está dentro do orientado.

*       Dar “liberdade vigiada” para que o liderado raciocine, desenvolva e resolva as dúvidas por si próprio.

*   Não tolher a criatividade dos liderados nem calar-se às boas ideias. Antes, incentivá-los a pôr os neurônios para funcionar.
    
*       Estar sempre presente quando pressentir dúvida ou dificuldade do liderado na execução de uma tarefa. De forma didática, orientar como executá-la corretamente. Isso evita desperdício de material, perda de tempo e aprimora o profissional.

     A partir do momento que cada liderado domine suas atribuições plenamente, a tendência é ele agir de forma autônoma e o número de problemas diminuir. Com isso, ao líder virão somente, e em menor número, os problemas de maior envergadura. Por extensão, a dinâmica produtiva estará mais bem engrenada, com mais desenvoltura, a proporcionar liberdade ao líder para gerenciar e fiscalizar melhor todo setor e cada etapa dos trabalhos. Resultado: homens menos fatigados, menor exaustão dos equipamentos, menor desperdício de materiais e melhor performance dos trabalhos.

     Inácio Dantas 

     Temas relacionados (Em busca da liderança):

     Temas complementares (Resolvendo contingências):


segunda-feira, 19 de março de 2012

Líder de equipe - Considerações importantes.




Líder de equipe

     Ao premiar um funcionário excelente, cria-se um motivador potencial que se irradia a todos os membros da equipe e, por extensão, a todos os funcionários da empresa, à busca pela excelência.  

      O trabalho do líder e equipe envolve comprometimento, dedicação e alta carga de responsabilidade. É uma carreira que pode ser breve ou longa, de fracasso ou sucesso, a depender do desenvolvimento do profissional - se ele está mais para a união ou mais para a dispersão.
      Candidato que pretende seguir e se destacar nessa laboriosa função não pode refrear seu ritmo nem subjugar seu currículo realizando trabalhos e comandos em níveis abaixo do seu potencial. É imperioso dar o melhor de si e buscar ser expoente. É dessa forma que aplana as divergências e pavimenta a estrada rumo às conquistas: suas, dos seus liderados e da empresa.

         Perspectivas a considerar

*   Motivar os funcionários a alcançar metas e objetivos. Prêmios, promoções, gratificações, etc, são formas de motivação. Funcionários motivados, produção ampliada.

*    Sensibilizar o funcionário menos capacitado do seu valor e importância na equipe é uma forma de incluí-lo, envolvê-lo e contar com sua participação e colaboração mais ativa.

*   Considerar os fornecedores tão importantes quanto os clientes. Tratá-los bem, pois são parceiros valiosos. Numa analogia, clientes dão lucro através das vendas, fornecedores dão lucro através das compras.

·*     Promover reuniões habituais com a diretoria, gerência, encarregados - e estes com os subalternos. A filosofia de trabalho da alta cúpula deve estar sempre enfatizada, irradiando por todo o quadro funcional.

       *     Incorporar-se aos objetivos estatutários da empresa (missão, objetivos, visão) que faz parte. Engajar-se nas suas metas de crescimento e desenvolvimento é “carteira assinada” para crescer e se desenvolver junto; líder deve estar comprometido com a empresa para que a empresa esteja comprometida com ele.

*         A carreira do líder pode ir de vento em popa, devagar como uma tartaruga ou nem decolar. Em todas essas situações ele é o piloto e tem o leme das decisões nas mãos. Pode decidir por melhores trajetos e seguir por eles ou pode ficar na estação, estagnado indefinidamente. Há que estudar, treinar, aperfeiçoar-se, escolher o melhor trajeto e seguir firme e determinado.

·*     Cérebro pensante de uma corporação, o líder é aquele que faz “acontecer”, que dá ao mercado o que o mercado não tem mas necessita ter: boa marca, bons produtos, bons serviços. Sob a sua batuta, equipes desenvolverão bens e serviços que serão absorvidos pela demanda. O tempo é breve e as ações devem ser céleres, enquanto a ideia está “fresca” e não há concorrência.

*     Há necessidade de mudanças na empresa? Cabe ao líder implementá-las de imediato. Mudança de rumo ou direção dos negócios estão afeitas ao cargo. Mudar quem ou o quê está ineficiente reduz custos e expande produtividade. Com isso melhora-se a eficiência produtiva e a saúde financeira da empresa.

     Com o senso da responsabilidade, o líder deve ater-se aos problemas graves da equipe e da empresa. Numa súbita emergência, e na falta de ideias próprias, ideias implementadas em outras empresas, com sucesso, podem servir de inspiração para resolver ou atenuar os seus problemas. Essas ideias podem ainda ser adaptadas e melhoradas, uma vez que cada empresa tem sua política interna e suas peculiaridades.

Inácio Dantas

sexta-feira, 9 de março de 2012

“Ecologicamente correto” - a nova “onda” mundial.



     Os dois maiores trunfos de um negócio são a boa qualidade e o preço baixo. Não importa muito onde você está estabelecido. Tendo esses dois diferenciais os negócios alavancam. Há uma lei econômica que diz que ‘a oferta cria a sua própria procura’. (Lei de Say)

     A “oferta cria a sua própria procura”, preconiza a Lei de Say (Jean Baptiste Say - 1767-1832). Sob uma ótica moderna, com produtos de alta tecnologia, podemos teorizar que é “a demanda que cria a oferta”. Mas, seja como for, quando a oferta de bens e produtos tem, intrínsecos, matérias-primas e produtos “ecologicamente corretos”, a procura se expande em proporções universais.
     Os tempos são outros. A revolução industrial e tecnologia agora é a “revolução do verde”. O pulmão do planeta exige ar puro, e o estômago alimentos naturais. Eis aí a senha para o empresariado construir uma nova cadeia de bens, alimentos e serviços, afim de saciar esse apetite mundial.
     Hoje o planeta já não dá conta de produzir tudo que a humanidade necessita. Além dessa necessidade, há a voracidade. Por isso, a grande discussão nos fóruns das nações diz respeito ao aquecimento global, o “efeito estufa”, gerado pela queima de combustíveis fósseis e outros emissores de monóxido e dióxido de carbono, grandes redutores da fertilidade da terra e do mar.
     No bojo dessa discussão planetária, líderes das empresas nacionais devem abrir um olhar amplo para os novos e lucrativos negócios que vêm na esteira dessa neo-economia. Cite-se como exemplos o “crédito-carbono” negociado na bolsa de Boston (EUA), e as novas formas de produzir e consumir, tendo em vista as políticas ecológicas, o “pulmão verde”, as fontes de energia renováveis e não poluidoras. Os próximos passos da caminhada humana terão seu rumo determinado pela economia limpa. E ninguém chegará a um lugar saudável e de destaque se desprezar a realidade ambiental.
     Os líderes que se arvorarem nesse novo filão, e largarem na frente, ocuparão um espaço de destaque na economia brasileira e mundial. Alguns exemplos desses produtos podem ser citados, como:

  • Negociação do crédito-carbono. Um crédito carbono, equivalente a uma tonelada de Co2, vale algo em torno de US$ 16,50. Hoje a China detém 84% desse mercado; o Brasil irrisórios 3%.
  • Sacolas plásticas biodegradáveis, madeira de plástico reciclável; plástico de cana-de-açúcar, tábuas de madeira a partir da serragem, etc;
  • reciclagem do lixo, transformação de pneus velhos em massa asfáltica, reaproveitamento do concreto de prédios implodidos;
  • reciclagem de 100% das caixinhas de longa-vida (Tetra-Pak), transformadas em telhas para a construção civil;
  • cobertores fabricados com fibras de garrafas PET;
  • carros elétricos;
  • substituição de lâmpadas incandescentes e fluorescentes pelas lâmpadas a LED (diodo emissor de luz);
  • energias limpas e renováveis, como hidroelétrica, solar, eólica e das marés, álcool e bio-combustíveis, etc;
  • a “logística reversa”, onde os produtos industriais retornam, após exauridos, dos consumidores para o fabricante para reciclagem (TVs, geladeiras, computadores, celulares, etc)
     Os produtos que forem lançados no mercado com o “selo verde”, inequivocamente terão uma demanda multiplicada por muitos dígitos. A conscientização dos consumidores, somada ao apoio dos governos e da mídia, se encarregará de ser o garoto-propaganda desses produtos. Logo, líderes que usarem a criatividade para aproveitar esse nicho de mercado terão, sem dúvida, seus investimentos com retorno garantido.
     O mundo agoniza. A revolução “verde” está em curso. Os produtos com o selo da sustentabilidade têm uma fatia da propensão marginal a consumir absurdamente ampliada. Com isso recicla-se a velha teoria de Say: agora é a “procura que cria a sua própria oferta”!

     Inácio Dantas
     Visite: http://i-livros.blogspot.com 

     Temas complementares (“Giro de Estoque”):

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Responsabilidade: você mostrando seu valor.



     Todo profissional deve ser responsável pelos seus atos e palavras. Há que refletir que difícil é erguer um patrimônio em décadas, fácil é levá-lo à falência em alguns dias...

     Responsabilidade é assumir com zelo e denodo as atribuições às quais lhe confiaram. É não jogar o “abacaxi” na mão dos outros, mas “descascá-lo” e responder por seus atos com perícia, segurança e eficiência.
     Se você pretende vitórias na carreira e ter um currículo turbinado, incorpore na sua gestão a essência da responsabilidade. Concomitantemente, evite ser relapso, indolente ou desinteressado no seu trabalho. Mentalize que alguém está confiando e dando a chave do cofre para você dirigir o destino dos negócios. Seja, portanto, guardião dessa chave e trabalhe compenetrado, atento, senso de responsabilidade agudo e olhar fixo no gráfico produtivo. Dentre outras coisas, procure:
     -Não refutar trabalhos simulando dificuldades. O que você foi contratado para fazer, faça;
   -Não poupar forças ou criatividade. Ser, sempre, um profissional interessado, solícito, participativo. Cumprir sua jornada de trabalho e executar as funções com exímia. Considere que outros setores dependem da agilidade e da qualidade dos seus trabalhos;
     -Não dar motivos para a diretoria desaprovar sua atuação. Faltas, ausências, atrasos, leniência, boicotes, são típicos exemplos de irresponsabilidade;
     -Não polemizar com colegas de trabalho, prejudicando o outro, a empresa e a si mesmo. Não infringir leis, normas e regulamentos internos da empresa.
   -Desídia: preguiça, negligência, descaso pelos serviços funcionais são condenados pelas empresas e passível de demissão. Não se deixe levar por esse comportamento, pois a instituição empresarial é para o aperfeiçoamento e a evolução profissional.
     -Agir com: ética, confiabilidade, lealdade, comprometimento, iniciativa, espírito colaborativo. Esses valores abrem portas para promoções e o fazem ascender a melhores patamares na empresa.

     Não respeitar essas e outras premissas importantes é correr o risco de ser desprestigiado na equipe. Vitórias, não só profissionais,  mas também de caráter particular, resultam do modo como você trata as coisas e as pessoas. Reflita e coloque, sempre, a responsabilidade como prioridade primeira na sua agenda de projetos.

     Inácio Dantas

     Temas adicionais (Contingências):

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Contingências: resolvendo-as hora exata.



     Resolver contingências é usar a expertise no lugar da impulsividade, a lógica no lugar da intuição, a coragem no lugar do medo. Reflita que na calmaria qualquer um conduz as velas; nas tormentas somente o bom velejador!

     Contingência: evento que pode ou não suceder ou existir; duvidoso, incerto.
     Hipoteticamente, imagine que você está dirigindo um caminhão com mercadorias da sua empresa numa avenida do centro de São Paulo, na hora do rush, trânsito engarrafado... Ao trafegar por uma avenida de mão única, de repente vê-se quase debaixo de um viaduto. Pela placa de limite de altura, a carroceria-baú do caminhão não passa embaixo do viaduto. Você desce, avalia a possibilidade de passar e constata que por um único centímetro não será possível. E, pior, não pode retornar, pois além do tráfego intenso é contra-mão... Nesse estágio você ouve carros buzinando e xingamentos dos motoristas. Como, então, administrar essa contingência?
     Avaliar a situação & decidir
     O primeiro passo é avaliar o ocorrido, com tranquilidade, cabeça no lugar, de forma racional. Não adianta acelerar e tentar passar na marra. O baú do caminhão poderá ficar entalado sob o concreto do viaduto. Ações desse tipo, irrefletidas, criam mais problemas que soluções.
     A falta do conhecimento do trânsito local - talvez você devesse ter consultado um guia de ruas -, e das limitações de altura do viaduto não foram previstas, e também você não podia prever, pois em razão do trânsito conturbado acabou por fazer uma rota alternativa. É aí, então, que entra o raciocínio periférico: estudar quais as opções à mão para resolver o problema rapidamente e de forma eficiente.
     Numa primeira opção você pega o celular para ligar para a logística e pedir peruas vans. Entende que transpor a carga para carros menores pode passar facilmente sob o viaduto e assim completar o trajeto, pois as mercadorias são perecíveis e está muito calor. Porém, o celular está “sem sinal”... Numa segunda opção decide esperar algum policial de trânsito chegar e ajudá-lo a dar marcha à ré no caminhão ou quem sabe escoltá-lo para sair do local. Porém, essa última opção pode demorar e as mercadorias se deteriorarem...
     Esse exemplo prosaico se encaixa bem num tipo de decisão rápida a ser tomada dentro de uma empresa, onde produção, custos, despesas, empregados e clientes e prazos estão envolvidos e seu dedo indicador pode apontar soluções brilhantes para contingências.
     No caso do caminhão, há uma opção que você não pensou, um recurso banal, rápido e fácil de executar para sanar o problema. Senão vejamos:
     O baú do caminhão não passa sob o viaduto por um centímetro. Logo, se você murchar os quatro pneus um centímetro e meio cada o caminhão fica mais baixo o suficiente para você passar tranquilamente e num posto de combustível próximo recalibrar os pneus e prosseguir viagem. Esse procedimento não precisaria de nenhum ajuda externa, e não demoraria mais que dois minutos.
     Esse tipo de solução num momento de sufoco, uma estratégia simples, mostra por que um profissional estrategista, que contorna as contingências com habilidade e sabedoria, destaca-se e impacta na função e é supervalorizado na empresa.

     Inácio Dantas
     Texto do livro e-book (epub):
     Lições para o autoaperfeiçoamento profissional ®

     Temas adicionais (Doze sugestões para bem liderar):

     Temas relacionados (Opiniões sobre seus negócios):

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Como encontrar o Break-even-point – Preço de Equilíbrio entre oferta e demanda


Ponto de Equilíbrio – Oferta e Demanda

 Tabela de Oferta e Demanda de Mercado – Chinelo Masculino
Preço R$ (y)
Qtd Ofertada (x)
Qtd Demandada (x)
 35,00
   25
   32
    ?
   ?
   ?
 45,00
   40
   28

 Fórmula: p=ax+b             (x,y)

 1.Cálculo da Equação Oferta – Para encontrar o valor da variável a:

  (25,35,00) à 25a + b = 35,00
  (40,45,00) à 40a + b = 45,00

1.1.Isola-se a variável b. Veja os movimentos antes do sinal = e após o sinal:

   b = 35,00 - 25a
   b = 45,00 - 40a  

1.2. A variável b desaparece:

   35,00 – 25a = 45,00 -40a   
   -25a + 40a = 45,00 – 35,00
   15a = 10,00
   a =  10,00  =   
           15                     
      2
a=  3




2.Para encontrar o valor da variável b:

  (25,35,00) à 25a + b = 35,00
  (40,45,00) à 40a + b = 45,00

2.1.Isola-se a variável a. Veja os movimentos antes do sinal = e após o sinal:

   25a = 35,00 - b
   40a = 45,00 - b
 
2.2. Isola-se a:

    a = 35,00 – b             a = 45,00 -b
             25                            40

2.3. A variável a desaparece:

    35,00 - b = 45,00 - b
         25           40

  (Encontra-se o m.m.c. No caso, 200)

    280,00 – 8b  =  225,00 – 5b
       200                200

  (Elimina-se o quociente 200)
 
  280,00 – 8b  =  225,00 – 5b
  280,00 – 225,00 = -5b + 8b
    55 = 3b
     b=   55,00  
            3
                        
     55
b=  3




3.Equação oferta é igual a:


p = + 2  x  + 55
         3          3


4.Cálculo da Equação Demanda – Para encontrar o valor da variável a:

  (32,35,00) à 32a + b = 35,00
  (28,45,00) à 28a + b = 45,00

4.1.Isola-se a variável b:

  b = 35,00 – 32a
  b = 45,00 - 28a

4.2.Elimina-se a variável b:

   35,00 – 32a = 45,00 -28a
   -32a + 28a = 45,00 – 35,00
   -4a =  10,00
   a =  -10,00
             4
         
      - 5
a=    2




5.Para encontrar o valor da variável b, isola-se a variável a:


  (32,35,00) à 32a + b = 35,00
  (28,45,00) à 28a + b = 45,00

   32a = 35,00 - b
   28a = 45,00 - b

   a = 35,00 – b                          a = 45,00 -b
               32                                      28

5.1.Elimina=se a variável a, e encontra-se o mmc – No caso, encontrei 224:

   35,00 – b  =   45,00 - b
        32                28

  35,00 – b  =  45,00 - b
      224               224

 245,00 – 7b = 360,00 – 8b
    224                224

5.3.Elimina-se o denominador 224:

245,00 – 7b = 360,00 – 8b
-7b + 8b = 360,00 – 245,00
    b= 115
b= 115   
     

6.Equação demanda:

   p =  - 5  + 115
            2


7.Agora, com o cálculo de a e b da oferta, e a e b da demanda, calcula-se a quantidade de equilíbrio e o preço de equilíbrio da Oferta e Demanda:

2x + 55  =  -5x + 115
 3      3         2      

(encontra-se o mmc. No caso, o mmc é 6)

+4x + 110 = -15x + 690
+19x = 580
x = 30,52 ou  x=31  (arredondando)

7.1.A quantidade de equilíbrio (x) é 31

8. Agora, sabendo-se que x é 31, encontra-se o preço de equilíbrio (p)

p = + 2 * 31 + 55
         3            3

p = 62 + 55
       3     3

p  = 117,00    p = 39,00
          3

(O preço de equilíbrio (p) é 39,00)

Obs. Para o valor ser igual em ambas as equações (equação oferta e equação demanta), a quantidade a ser usada deve ser 30,52 e o valor será R$ 38,70

9. Novos valores na tabela – Quantidade e preço de Equilíbrio

   Tabela de Oferta/Demanda de Mercado – Chinelo Masculino
Preço R$ (y)
Qtd Ofertada (x)
Qtd Demandada (x)
 35,00
   25
   32
 39,00
   31
   31
 45,00
   40
   28





 © Copyright by Inácio Dantas

sábado, 7 de janeiro de 2012

Doze sugestões para bem liderar equipes de trabalho.



1-Sim, ao liderar você encontrará pensamentos conflitantes. E aí perceberá que é muito mais difícil tornear as ideias de certos homens do que tornear um bloco de aço!

2-Liderar uma equipe especializada é uma tarefa fácil. Fácil? É fácil para o líder tarimbado, que entende as virtudes e os defeitos dos funcionários e dedica-se a melhorar a performance do que está ruim e a otimizar o que está bom. Por isso, sempre, esteja intelectualmente à frente dos seus liderados!

3-O bom diálogo é o prenúncio do bom entendimento. Ciente disso, porte-se com equilíbrio com o funcionário rebelde. A palavra é uma chibata invisível que é para ser usada, não para dominar, mas para domar.

4-Não “pegue pesado” nas broncas ao chamar a atenção de um subalterno pelo seu primeiro erro. Lembre-se antes de ser líder quantas vezes você errou pela primeira vez.

5-Quando um subalterno lhe faz uma boa pergunta, pare e reflita para dar uma boa resposta. Porém, mesmo se a pergunta não tiver relevância dê uma boa resposta, pois para quem a fez ela foi relevante.

6-Diante de imprevistos, mantenha-se tranquilo – os olhos e as atenções da equipe estarão voltados para si. Nervosismo desestabiliza e desconcentra o raciocínio. Calma, concatene as ideias, reflita e decida usando sua expertise e inteligência.

7-Se tiver de persuadir um operador para executar um serviço do jeito que você quer, não do jeito que ele quer, faça-o de afavelmente, em “baixa pressão”. Pense que, em geral, serviço que se executa sob alta pressão ou se estraga o material ou se danifica a ferramenta ou o serviço sai imperfeito.

8-Ao ter que advertir um subalterno, faça-o no ato. Não postergue. Ficar indeciso a remoer as palavras mentalmente pode dar-lhes uma nova semântica. E, mais tarde, quando finalmente o fizer, o sentido das palavras nada terá a ver com a origem dos fatos...

9-Se um estagiário fizer uma vez um serviço ótimo, elogie. Se fizer duas vezes, observe. Se fizer várias vezes efetive-o, você tem um exímio profissional!

10-Equipe que está com o líder, e o líder com a equipe, é como cabeça e membros de um mesmo corpo: uníssono em pensamento e ações!

11-Quando você treinar um aprendiz, faça-o com dois sentimentos: respeitando-o, pois ontem você também foi aprendiz; valorizando-o, pois amanhã ele poderá ser líder igual você!

12-Empresa que tem equipes afinadas, que compartilham problemas e soluções, tem as estratégias no singular e os lucros no plural!

     Inácio Dantas

     Temas relacionados (Laços de amizade):

     Temas complementares (Intelectualidade & Sucesso):

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cinco circunstâncias para uma boa avaliação profissional.



     Suas palavras e ações falam por si. Por isso, para ser ouvido e bem avaliado, tenha na boca palavras venturosas e nas ações honradez, probidade e respeito. Sucesso, em qualquer área da vida, tem esses quesitos como base fundamental.

     1.Respeitar o horário de trabalho. Não atrasar-se na entrada; não antecipar-se na saída. Não abandonar o local de trabalho, aleatoriamente, sem o consentimento superior. Cumprir integralmente o tempo e as atribuições diárias estabelecidas;



     2.Respeitar os colegas de trabalho. Não se engrandecer com os subalternos nem se apequenar com os superiores. Relacionar-se profissionalmente, com equidade, educação, senso colaborativo;



   3.Zelar pelos materiais, ferramentas e equipamentos da empresa. Não desperdiçar tempo e matéria-prima. Produzir nas formas e no cronograma estipulado. Evitar morosidade ou pressa que possa prejudicar a qualidade do produto final;



     4.Não relaxar, não se acomodar. Buscar aperfeiçoamento contínuo da profissão. Contribuir ativamente na produtividade – qualidade e quantidade. Buscar o menor custo e a maior produção;



    5.Não faltar, não se ausentar, não negligenciar os compromissos trabalhistas. Assiduidade, comprometimento, dedicação, espírito solidário, qualidades que destacam e notabilizam o profissional.

     Inácio Dantas

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