domingo, 14 de fevereiro de 2021

Organização: agenda organizada, eficiência, produtividade, lucros.

 


Pandemia: aos poucos a vida vai se (re)organizando. E você?

 Organização: agenda organizada, eficiência, produtividade, lucros.

Não confie sempre na memória, às vezes ela falha. Anote, registre fatos e dados importantes (datas, reuniões, eventos); mantenha seu ambiente de trabalho organizado e tenha como retorno alto índice de eficiência produtiva.

 Quem trabalha com seu fluxo produtivo organizado, tanto no âmbito dos fatores da produção (matéria-prima) quanto no administrativo, obtém melhor performance na execução dos produtos ou serviços – custos e qualidade. Mentalize esse conceito. Imbuído do senso de organização, e com os olhos no gráfico das vendas e lucros, mantenha o pique organizacional e siga em busca da maximização dos resultados. Lembre-se, o “único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário” (Einsten).

Organize-se. Mantenha seus compromissos em dia. Evite improvisar. Anote, faça uso de computadores, agendas, post-its e lembretes, pois não convém ficar à mercê da memória, às vezes ela falha.

Organize seus arquivos, pastas, fichários, “arquivo-morto”, etc. Mantenha-os com identificação de conteúdo, data, hora, etc, em ordem cronológica. Um cuidado especial com os documentos sigilosos, mantendo-os sob chave. Outro cuidado também importante é com os dados e documentos registrados na contabilidade, os quais têm exigibilidade fiscal de pelo menos cinco anos. Guarde em ordem de vencimentos seu “contas a pagar”. Títulos pagos arquive-os de forma a serem acessados facilmente em caso de imprevisto com os fornecedores. Da mesma forma, tenha seu “contas a receber” em perfeita ordem, assim na hipótese de atrasos ou ausência de pagamento poder acionar a cobrança de imediato.

Organize o fluxo produtivo. Quantidade e ritmo dos insumos e matérias-primas aplicadas na produção. Pense que “rebarbas” em demasia, operações ineficientes (peças “mortas”), morosidade nas etapas produtivas, geram acréscimo de custo, perde-se tempo, retarda-se o faturamento e reduz os lucros.

Algumas dicas:

-Selecione, organize e defina as tarefas do dia;

-Planeje o quanto de mão-de-obra e material serão necessários (uma pessoa ou uma equipe) ou q quantidade material (“x” ou “y” quantidade) e o quanto de recursos financeiros;

-Estabeleça os métodos para execução (Equipamento, ferramental, maquinário), se próprio ou terceirizado;

-Defina o tempo demandado – (Início e final. Horas, dias, semanas, etc);

-Estabeleça um “plano B” para o caso de imprevistos;

-Antecipe-se aos fatos. Não se acomode, não deixe acontecer para depois agir. Acerte as velas ao vento para o rumo certo. Mantenha-se informado da execução dos projetos, tempo, custos e receitas. Atualize-se sempre que houver alterações no âmbito operacional. Disponha de material de apoio (planilhas eletrônicas, relatórios e softwares) para compilar as informações e ter tudo à mão com segurança e rapidez.

-Crie ou reorganize rotinas para o melhor fluxo dos trabalhos. Com isso você perceberá “gargalos” e evitará a falta ou a repetição de operações. Isso lhe permitirá racionalizar tempo e economizar insumos, despesas variáveis e mão de obra. Considere a possibilidade das técnicas:

-Custo de Oportunidade - Tenha em mente o objetivo da “economia de escala”: Produzir mais, em menos tempo, com o menor custo possível.”

A boa organização é o êmbolo propulsor do seu sucesso. E isso depende da sua proação, olhar “fino” e ajustes que permitam, depois de muito esforço e comprometimento, um trabalho bem feito e resultados excepcionais.

 

Prof. Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional” – www.agbook.com.br                            

 

 

domingo, 31 de janeiro de 2021

Ser líder, que área, que tipo?


Liderança é coisa séria. Mormente nesses tempos turbulentos de pandemia. Logo, a pergunta é:

Ser líder, que área, que tipo?

 

1-Família

Líderes pai e mãe. Entre o retângulo das quatro divisas do lar, são eles que lideram o presente e o futuro da família. Sua “técnica” de liderança, basicamente empírica, foi-lhes passada pelos pais, num aprendizado que se “refina” e renova geração a geração.

2-Político

Líderes escolhidos para dirigir os destinos de uma nação. Líderes executivos, legislativos, judiciário, tripé da democracia, sustentáculo da liberdade. O poder do povo (através do voto) aos políticos, e o poder dos políticos (através das leis) para o bem-estar do povo.

3-Meritocrático

Líder meritocrático valoriza quem se destaca, quem sobrepuja limites, quem vai além da linha simples entre o rápido e o moroso, o bom e o ótimo. Quem merece (mérito) recebe menos cobranças e mais liberdade para trabalhar e até participar dos processos de excelência.

4-Altruísta

Líder deve ter mais amor ao “ser” e menos ao “ter”; ter pendor às boas causas, e, sobretudo a si próprio e ao próximo. O altruísmo é um dom atinente ao líder que conduz batalhões de almas ao front da felicidade, pois aquele que joga o bem no ar, a brisa da ventura o bem trás de volta para si.

5-Líder de si mesmo

É o tipo “faça-se por si mesmo”. Você se escolhe por líder e abre em suas mãos o mapa do seu destino. Nada de esperar pelos outros, pois eles estão ocupados com eles mesmos, com seus projetos, sonhos e lutas. Aqui você faz o seu caminho, ninguém o faz por si; conduz-se, não é conduzido e faz o acontecimento, não espera acontecer.

6-Sistemático

Líder que tem um padrão, um “sistema” de liderar onde gosta que todos façam “daquele jeito”, “daquela maneira”... Por um lado todos sabem como fazer e como o líder aprova seus trabalhos, por outro seu “modos operandi” em parte engessa a criatividade dos liderados e lhes tolhe a iniciativa.

7-Carismático

Líder pelo seu carisma, sorriso fácil, bondade contagiante, palavras alvissareiras, sempre a mostrar o caminho certo entre plêiades de caminhos errados. Contudo, atenção, todas suas virtudes não devem ser obstáculos nem serem vistas como empanadas quando tiver de agir, cobrar e punir.

8-Controlador

Líder que “controla tudo, e em tudo põe controle”... Quer ser um ser onipresente, onipotente, esquecendo-se que o foco da visão e o alcance dos braços é limitado. Não tem visão sistemática, controla detalhes (economia de “copinhos plásticos de cafezinho”...), prende-se a miudezas e não raro deixa passar grandezas perdidas na produção/administração...

9-Empresarial

Líder sócio, diretor, CEO (Chief Executive Office), são líderes natos ou que assim se fazem pelo poder constituído. Têm a desafiadora missão de liderar o aumento do patrimônio de empresas e a felicidade de vidas humanas, num mundo globalizado disputado palmo a palmo, bem administrando os fatores da produção e bem combinando a escassez com as necessidades ilimitadas.

10-Religioso/Espiritual

Líder católico, o Papa Francisco (2013, Bergoglio, Jorge Mario – 17.12.1936) assumiu o papado aos 77 anos de idade, e o tibetano Dalai Lama (Tenzin Gyatso, 1935), religioso Budista, reconhecido como líder em 1950, na época com apenas 15 anos de idade. Ambas lideranças sustentadas nos ditames das Escrituras Cristãs e Budista. Líder que tem missão suprema não se atém exclusivamente ao “eu”, mas ao “nós” e “eles”.

Prof. Inácio Dantas

Do livro “Guia Prático do Líder”

https://clubedeautores.com.br/backstage/my_books/261709

sábado, 23 de janeiro de 2021

Atenção: use o poder das palavras, não as palavras pelo poder.

 


Atenção: use o poder das palavras, não as palavras pelo poder. As palavras são poderosas, podem construir ou destruir relações. Portanto, domine-as ou será dominado por elas!

Neste momento de sensibilidades à flor da pele em razão da pandemia, deve-se pensar antes de falar e não falar antes de pensar. O entendimento, a paciência, a atenção estão prejudicados pelo temor, ansiedade e até mesmo desesperanças. Assim, calibre bem as palavras e diga-as em bom-som e bom-tom.

Cuidado: palavras mal expressadas, quando saem da boca em direção aos ouvidos alheios, são igual um raio em alta-voltagem que cruza o ar sem rumo: onde cai faz estrago. Para evitar “acidentes”, tenha a língua domada e a boca guardiã. Não seja daqueles que o que fala não se escreve e o que escreve não se fala...

Dose a intensidade da voz, dê fluência às palavras em consonância com o raciocínio, de forma construtiva, que enalteçam qualidades, virtudes e transmitam paz. Faça suas palavras impactar. Evite termos chulos, frases capciosas e abordagens fora do tema.

Se você for de falar pouco, fale em bom-som, com embasamento, transmitindo o fato ou a ideia com nitidez. O importante não é o quanto se fala, mas o que se fala. E a boa palavra constrói, une ideais, aproxima pessoas distintas em projetos iguais. Todos se entendem em harmonia, no bojo de um só objetivo.

Não fale o que não sabe, não afirme o que não tem certeza, não diga conhecer o que desconhece. Preserve-se. Você pode ser contestado, suas teses derrubadas e entrar numa “saia justa”. Faça com que, ao o ouvirem, silenciem e deem atenção ao que diz. Entenda que as boas palavras plantam as vigas sólidas da amistosidade e erguem o vistoso edifício da evolução pessoal.

A palavra certa na hora certa tem força contundente e efeito imediato. Dizer o que deve ser dito – e ouvido -, provoca reflexões e concordâncias. Para impactar plateias nas suas falas, “ensaie”, antes, o que dizer e fixe na mente a palavra certa. Assim você será ouvido, compreendido e aplaudido.

Inácio Dantas

Do livro “Você, líder do seu Sucesso!”

Aqui: https://agbook.com.br/book/261717--Voce_lider_do_seu_sucesso

 

Tags: Sucesso pessoal, Vitória pessoal, falar bem, boa comunicação

 

Imagem: Alto Falantes Alto-Falante - Imagens grátis no Pixabay

 

sábado, 16 de janeiro de 2021

Seis erros que todo profissional deve evitar:


Nesse momento de retomada das atividades profissionais, importante:

Seis erros que todo profissional deve evitar:

 

1.Trabalhar em excesso. A ideia de levar serviço para casa e trocar o lazer pelo fazer pode ser um indutor de melhor remuneração, mas certamente é também da fadiga física e do estresse. Sua jornada de trabalho na empresa já o leva aos limites das forças. Evite ao máximo a dupla jornada.

Dica: Mesmo que você adore trabalhar, seja racional e não faça mais do que suas energias permitem. Ganhar dinheiro e perder saúde não é uma combinação inteligente.

 

 2.Irritar-se facilmente. Quando um colega discorda dos seus métodos você perde a paciência, muda o humor e esbraveja. Com isso perde a razão e diminui seu conceito profissional.

Dica: Evite reações automáticas. Controle a irritação. Reflita, inspire fundo e avalie o que lhe é proposto. Há boas sugestões que podem se somar às suas e propiciar trabalhos em alto nível.

 

3.Achar-se o “sabe tudo”. Erro fatal. Recicle essa autoavaliação. Você pode saber muito de muita coisa, mas não sabe tudo de tudo. De repente você pode ser questionado e ter que se dobrar a perguntas sem respostas.

Dica: Aceite o saber dos outros. Interaja harmonicamente procurando ensinar e aprender. Diálogo em alto nível traz melhoria nas relações humanas e profissionais.

 

4.Desistir sem lutar. Por medo de errar, ou por insegurança na própria capacidade, diz “não” aos novos desafios que o farão pensar, agir e alterar sua rotina.

Dica: Cobre de si mesmo mais garra e ousadia. Se estiver dentro das suas habilidades ouse, participe, tente. Jamais deixe-se vencer antes de lutar.

 

5.Ter desculpas prontas para possíveis erros. Preocupe-se em fazer correto e bem feito os serviços que lhe compete. Não se preste a ser criativo nas desculpas e sem criatividade no trabalho.

Dica: Sucessivas desculpas para sucessivos erros farão com que percebam suas manobras e subterfúgios. Ligue-se no trabalho, dê toques de arte e qualidade e melhore a confiança e o respeito superior.

 

 6.Recuar, desistir das ações. Recuar nem sempre é sinal de fraqueza; pode ser estratégia para reabastecer-se de energias e novas ideias e voltar à luta ainda mais disposto e preparado.

Dica: Num momento crítico, quando você perceber que vai falhar ou perder o controle, pare, recue e fortaleça-se. Ao retomar o passo estará pronto para evoluir no serviço e na profissão.

 

Prof. Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional”

www.agbook.com.br

domingo, 25 de outubro de 2020

Dia 29 de outubro: Dia Nacional do Livro.


Dia 29 de outubro: Dia Nacional do Livro.

Conhecimento: “turbinando” o aperfeiçoamento.

 

A energia que irradia do conhecimento eleva o homem do chão terráqueo ao marciano. Nada bem feito se faz sem boas doses de estudo, pesquisa, trabalho... Não espere, pois, que o conhecimento se desprenda das páginas dos livros e se fixem no seu cérebro como telepatia. Livros? Não se iluda em tê-los em casa e não os ler, simplesmente para admirar e enfeitar a estante...

 

 Conhecimento é o trem-motor que puxa o vagão da evolução do mundo. E não importa de qual fonte provém: livros, professores, pai, mãe, amigos... Se é um conhecimento adquirido nas “ruas”, se é empírico ou mesmo se você é autodidata... Todo conhecimento absorvido concorre para aumentar e expandir o saber, e com ele o burilar do aperfeiçoamento.

Mas, só o saber por saber é pouco para quem quer extrapolar, ir além, romper barreiras além do alcance das mãos, do olhar... Ultrapassar as fronteiras do conhecimento, por que não?... Aqui fala-se em engendrar ideias e produzir obras, ser um destaque “além-mares” no âmbito do que faz, ter seu nome inserido no rol dos notáveis.

“Turbinando” o aperfeiçoamento.  “Extrapolar” significa sair do “ponto zero” de partida do estudo e chegar ao laurel da premiação. Exemplos para “turbinar-se”:

 

·         Escrever um livro com conteúdo inédito.

·         Elaborar um trabalho escolar em alto nível, que seja destaque na Instituição.

·         Publicar um Artigo, uma Tese, um Ensaio.

·         Ser Colunista/Articulista de jornais e revistas.

·         Criar um bem ou serviço de utilidade pública/social.

·         Lecionar – (Professor, Treinador)

·         Ser Palestrante.

·         Mestre de Cerimônia.

·         Etc.

 

“Ir além...” O estudo está pronto? O projeto delineado? A ideia implementada? O bem/serviço é um sucesso?... Então, nem pense em achar que, agora, pode sentar-se no trono da comodidade, olhar o feito com o senso de “missão cumprida” e que nada mais resta por fazer - apenas amealhar os lucros e pronto... Você deve prosseguir, “ir além”, prospectar novos negócios, realizar novos estudos, novos projetos e fazer fluir novas ideias e produtos. Turbinar o aperfeiçoamento significa, incansavelmente, buscar o sonho do inédito e trazê-lo ao mundo real.

 “Romper barreiras” - aprendendo com trabalhos acadêmicos. As “barreiras” do desconhecido são rompidas com o saber. Ou existe outra forma de “chegar lá” sem mergulhar no mar dos livros e nadar de braçada nas ondas do estudo?

Trabalhos acadêmicos solicitados pelo professor, tanto para compor o conteúdo curricular  do semestre quanto para atribuir nota, são “braçadas” vigorosas e importantes para turbinar o conhecimento. E se você estiver inserido nesse contexto, não “faça corpo mole” nem apresente trabalhos pífios. Você nem imagina como aprende, desenvolve aptidões e aperfeiçoa-se ao realizar, às vezes simples, um trabalho e apresentá-lo em sala de aula.

Alunos que “rompem as barreiras” da pesquisa e produzem esses trabalhos, não só na teoria mas também no campo prático, em geral se destacam e conseguem, além da boa nota na elaboração, aprender e até mesmo implantar na empresa pesquisada o objeto do seu estudo.

É um tempo precioso que desperdiçam alunos que fazem trabalhos “sem alma”, sem pesquisa fundamentada e até mesmo mal impressos e encadernados. E, pior ainda, quando são trabalhos “plagiados”...

A sala de aula é um centro de formação de profissionais que irão, em breve, estar no mercado de trabalho disputando “palmo a palmo” seu espaço. E irão, com sua expertise, pôr em prática suas profissões e oferecer serviços para a sociedade. E, óbvio, com a proficiência e um currículo escolar com excelentes notas terão um passaporte para, além de colocações em grandes empresas, montar seu próprio negócio com excelência. 

Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Aperfeiçoamento Profissional”

www.amazon.com

 

 

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Eficiência, eficácia - Disciplinas a serviço dos lucros.


Eficiência, eficácia - Disciplinas a serviço dos lucros.

Nesse momento de retomada da economia, dos negócios, trabalho/renda, é importante ter disciplina nas ações para maximizar resultados. Dispersar forças e desperdiçar materiais compromete o resultado final. Atenção!

Disciplina é sinônimo de eficiência e eficácia; ambos são sinônimos de produtividade. Logo, não há boa produtividade com indisciplina, seja em que segmento da vida for. Isso é inconteste.

Empresas onde líderes ordenam e liderados desobedecem são empresas fadadas ao insucesso. Como pode um ambiente de trabalho manter-se coeso e produtivo se ali se instalar uma Torre de Babel? Há que todos falarem o mesmo idioma, haver sinergia entre os pares, obediência às regras, respeito à hierarquia, aos colegas e disciplina operacional. Ressalte-se que esses quesitos, além de serem impulsores de faturamento e lucros, são itens que integram o padrão ISO, pois permitem aumentar o grau de segurança e reduzir, em contraponto, o número de acidentes de trabalho.

Seja do pedido do cliente à execução do serviço, do início do processo da matéria-prima ao produto final, da portaria de descarga ao depósito e do depósito às prateleiras de vendas, há um caminho lógico e racional a ser percorrido; e esse caminho é reto e plano, sem desvios ou ressaltos. Esse é o “percurso da eficiência”, ou seja, os bens e insumos chegam mais rápido à área de processamento e vendas.

 A disciplina constante é qual uma mola-mestra incansável, que se retrai e se expande empurrando para a frente os negócios. Qualquer entrave na flexibilidade dessa mola, lá na ponta, imprevistos poderão ocorrer. E esses imprevistos resumem-se em produtos mal acabados, com defeito, excesso de sobras e desperdícios; mercadorias empoeiradas, vencidas, danificadas ou mal expostas na área de vendas; serviços executados com atraso, baixa qualidade ou imperfeição, etc. E daí decorrem trocas, substituição de peças e componentes, refazimento de serviços gerando perda de clientes, altas de custos, prejuízos... Essas práticas empresário algum pretende registrar nos seus negócios, pois é um retrocesso na escala produtiva e nos lucros.

 Devemos considerar a disciplina como um item a estar presente na empresa como parte integrante do produto final. Ela é um facilitador indispensável para os desafios do dia a dia e para aqueles que buscam o primor e a plena eficiência dos trabalhos. Discipline, pois, e discipline-se!

(Cresça profissionalmente dentro da empresa. Destaque-se. Recicle-se, atitudes e conhecimentos se necessário e alcance a eficiência e a eficácia[1]. Tenha espírito solidário e colaborativo. Adicione obediência, probidade, colaboração, caráter impoluto. Com essas qualificações você melhorará o seu currículo, e, junto, a sua vida.)

 

 

Prof. Inácio Dantas

 



[1] Peter Drucker, o pai da Administração moderna, define os termos da seguinte forma:

"A eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc… Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial".

 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Dia 15 de outubro, dia do Professor. O Que é ser Professor?

 


Dia 15 de outubro, dia do Professor. O Que é ser Professor?

Ser professor é...

 

(Professor e alunos)

 

1-...É iluminar mentes escuras com a luz do conhecimento!

2-...É ser pai do aluno sem ser filho, e ter por filho o aluno sem ser pai...

3-...É estar sempre a aprender o novo para não estar sempre a ensinar o velho...

4-...É fazer os alunos ficarem mais leves colocando-lhes o peso da sabedoria!

5-...É ministrar aprendizado para quem não sabe e para quem sabe não dessaber o aprendido...

6-...É sorver, dos livros, os sais-minerais do saber para alimentar os pupilos de sabedoria!

7-...É, na usina dos livros, abastecer-se da luminosidade do saber e na sala de aula ser como pérola-polida que brilha para qualquer lado que gire!

8-...É ser irmão-amigo que brinca, se alegra e não conflita; ser pai-protetor que ensina, orienta e educa; ser anjo-da-guarda que zela, ora e vigia.

9-...É ser exímio “alfaiate do estudo” para produzir “ternos e vestidos” de sabedoria na medida exata...

10-...É, com aulas doces e lições amargas fixar o saber. Este, o saber, encerra toda e qualquer discussão.

11-...É nos momentos de bonança ensinar a surfar no mar das crises, e nos momentos das crises a surfar no mar da bonança...

12-...É explicar o inexplicável, improvisar o imprevisto, solucionar o insolucionável, ter as respostas antes das perguntas...

13-...É ensinar, mas ensinar a descer ao rés-do-chão do pensar, a subir ao ápice da ciência e produzir mentes vidradas de encantamento!

14-...É ser qual um cultivador que ama a terra. Cultivar a docência e não amar os alunos é como cultivar pomares e deixá-los morrer de sede.

15-...É levar a lanterna do conhecimento para conduzir os pupilos pelas longas e largas veredas da vida. E ao levar a lanterna, o clarão da luz clareia primeiro a si próprio.

 

Prof. Inácio Dantas

Do  livro “Guia Prático do Professor” – www.amazon.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Administrando (e resolvendo) problemas.


Administrando (e resolvendo) problemas.


Para todo problema há sempre uma solução adequada. Administrar é isso, implementar soluções e mitigar problemas. É diante dos grandes problemas, resolvendo-os com eficientes alternativas, que o profissional expert se destaca do profissional comum.

 Navegar, quando o barco está sob bons ventos, céu azul e ondas calmas, é relativamente fácil. Porém, quando o céu se fecha e as intempéries açulam, aí, sim, é que se destaca o bom piloto. E é nesse contexto que você entra.

Bom administrador é aquele que está pronto para o trivial e muito mais para o inesperado. E quantas vezes o inesperado nos aflige derrotas... Por isso, estar bem preparado é um recurso formidável, um condicionante para superar e lograr excelentes resultados. Mas, isso não é tudo. Há outros detalhes a considerar...

Você pronto para os embates. Primeiramente você deve cuidar de si e das suas coisas, para depois se dedicar aos outros. E cuidar de si representa ter um bom emprego, boa formação nos estudos, estar saudável, ter bom relacionamento social, paz, tranquilidade.

Em segundo lugar está você e os problemas. Agora é hora de administrar, de pôr todo o seu conhecimento empírico e saberes técnicos para transformar dificuldades em facilidades. O erro aqui é capital, e o acerto representa cifrões e elevação moral. Alguns conceitos para pôr em prática:

i-Avalie o grau e a extensão do problema;

ii-Pacientemente, estude todas as formas de resolvê-lo;

iii-Detectado o quê do problema, muna-se de equipamentos, manuais, ferramentas apropriadas e de competente equipe técnica;

iv-Divida o problema[1] em subproblemas, detalhe-os e resolva primeiramente as partes mais fáceis;

v-Cuidado com a intuição ou “acho que é assim...” Lembre-se, conectar dois fios positivos gera curto-circuito;

vi-Priorize etapas[2]. Dentro de uma sequência lógica, resolva a primeira e somente depois passe para a seguinte;

vii-Se não souber como fazer, peça ajuda a quem sabe. Se for o caso, recorra à sua equipe. Lembre-se: “Várias cabeças pensam mais e melhor do que uma”.

Com essas e outras providências assertivas o problema terá uma solução rápida e eficaz. Tenha em mente, e como referencial de suas ações, que por mais experiência que tenha sempre é bom ter um parâmetro opinativo de outro profissional também experiente. Fazer as coisas de uma forma, sempre nos “mesmos moldes”, pode ter uma segunda forma de o fazer. Nesse contexto, as chances de acerto de maximizam e as de erros se minimizam. Isso significa menos tempo de trabalho, força física, uso de materiais e maquinários etc.

O sucesso na administração dos problemas gera um sprint na carreira de todo profissional. E isso repercute no seu currículo, nos seus empreendimentos e nas suas vitórias pessoais.

 

Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional”

www.agbook.com.br e www.amazon.com.br

 



[1]“Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.” (Augusto Cury)

[2]“Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito.” (Peter Drucker)

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Trabalhar sozinho é uma opção; em equipe uma necessidade. Algumas considerações.


 Trabalhar sozinho é uma opção; em equipe uma necessidade. Algumas considerações.

Uma equipe[1], para ser grande, cada componente sê inteiro, completo. Inteligência, músculos, ação. Põe, cada qual, a vida pelo mesmo objetivo: o sucesso!

Trabalhar em equipe. Se é importante um profissional trabalhar bem individualmente, é ainda mais importante trabalhar bem em equipe. Nesse tipo de trabalho, previamente planejado, cada qual sabe o que o outro está fazendo e o engajamento é sincronizado objetivando a perfeita conclusão da obra. Integrar-se num ambiente de trabalho, participar, ser um dente na engrenagem da roda que faz a empresa girar e produzir, é fundamental para estabilizar-se e realizar-se profissionalmente. Não ter senso de equipe, faltar deliberadamente, omitir-se, são práticas que sobrecarregam os colegas e travam a produção. Considerando o atual mercado altamente concorrido, são práticas que aumentam custos e ao final alija o profissional da equipe e da corporação. É prática a ser abolida, pois hoje a ideia do individualismo foi sepultada; as corporações querem formar equipes ágeis, competitivas, vitoriosas, com objetivos claramente definidos. Exemplos de um bom trabalho em equipe:

-Embora entre pessoas heterogêneas, o profissional se integra de forma homogênea: pessoas diferentes trabalhando de forma igual. Todos participam, sem vaidades, rivalidades, tensão ou estrelismos;

-“A vitória é uma realidade”. Com esse pensamento, todos trabalham e produzem de forma compartilhada. Ninguém trabalha pensando no “eu”, e sim no “nós”. A visão é a solidariedade, “tabelar com o outro” e “ganhar com outro”;

-Há uma mescla de inteligências, experiências e união de diferentes forças. Não há relação opositora. Todos navegam “no mesmo barco” e remar é preciso;

-Compatibilizar o tempo, custos e produção. A meta é obter a produção plena, o lucro, a capacitação e valoração da equipe e a própria sustentabilidade na empresa;

-Pôr as ideias, talento, habilidade, força física, conhecimento, confiança mútua e experiência para consecução dos objetivos traçados;

-Dividir-se nas tarefas para multiplicar resultados. O pensamento em equipe deve ser “se nós vencemos, logo, eu venci”;

-Planejamento prévio, diálogo sincero, sugestões, camaradagem etc, são ações comungadas por todos os membros da equipe;

-As críticas, quando justas e necessárias, devem ser direcionadas à equipe, não à pessoa;

-Num trabalho bem coordenado e afinado, a soma 2+2 = 5, ou seja, há sempre um spread adicional de lucro; o sucesso de um é o sucesso de todos.

-O economista Adam Smith[2] previu, no seu livro  “A Riqueza das Nações” (1776), que cada ser humano necessita de sete pessoas para fazer o ciclo do seu trabalho e de vida. E, a “divisão do trabalho”, iria ser determinante para o enriquecimento das pessoas e o progresso da economia/nações. (Ex. Hoje a medicina se especializou em cada tipo de doença. É o oncologista, neurologista, etc...)

 Há profissões humildes, repetitivas e sem nenhum glamour. Mas, as grandes obras da humanidade seriam impossíveis sem o compartilhamento da mão-de-obra pelas equipes de trabalho. Por isso, um profissional que se prepara para vencer não deve unicamente ver o mundo pela ótica da cadeia produtiva. Deve ver olhando no entorno e vendo colegas dividirem com ele o processo de produção. Há que abandonar a ideia do singular, do “eu faço”, e pensar no coletivo “a equipe faz”. Aí, sim, verdadeiramente, ele dará um passo grandioso na sua carreira e na sua vida.

Inácio Dantas

Do livro “Lições para o Autoaperfeiçoamento Profissional”

(adquira em www.agbook.com.br ou www.amazon.com.br)

 

 



[1]Dentre os princípios gerais da Administração para Jules Henri Fayol (1841-1925), um delas aborda: “ Espírito de equipe – união e harmonia entre as pessoas.”

[2]Adam Smith, (1723-1790), Escócia. – Ainda, para Henri Fayol, dentre os princípios gerais da Administração ele aborda a “ Divisão do trabalho – consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência.”